domingo, 24 de julho de 2011

Jeep - 70 Anos

Hoje, 23 de julho, é uma data muito especial para quem gosta de automóvel e de seu desenvolvimento. 

Dentro da relativamente longa história do veículo automotor – que registra oficialmente 125 anos, alguns modelos fizeram a diferença e foram capazes de mudar o seu rumo. Facilmente podemos citar o Ford modelo T, o VW Sedan/Fusca e o nosso velho e conhecido Jeep, dentre outros.

Se estreitarmos o foco para veículos com tração 4x4 ou militares, o principal ícone dessa narrativa é, indiscutivelmente, o Jeep, independente de sua versão, tipo ou modelo. Um carro diferente para os padrões de sua época de criação, mas que empolgou – e ainda empolga, a todos que tiveram contato com ele e seus descendentes.

Porém, toda a lenda tem sua magia, e a do Jeep não foge a essa regra.

No melhor estilo Rei Arthur ou São Jorge, sua data de nascimento é nebulosa, confusa e imprecisa, cheia de histórias e contos transmitidos de geração a geração, com provas que ora confirmam a sua existência ou, ainda, com uma nova e emocionante versão desta, que consolidam a personalidade de um verdadeiro mito.

Nem a origem do nome "Jeep" é precisa (imagine ainda como é o seu DNA, que vem de ancestrais com alcunha estranha, tais como Quad, Pigmy ou Bantam, sem falar nos Dana, Spicer ou Continental...).

Mas, voltando à realidade dos fatos e à época de seu nascimento, havia uma enorme quantidade de protótipos de larga escala e uma verdadeira “briga” entre Bantam, Willys e Ford, sobre a sua paternidade. Com tudo isso, fica difícil dizer quando realmente nasceu o primeiro “Jeep de verdade” (os MA’s e Quad’s podem ser considerados ancestrais pré-históricos, e os GPW só em 1942...).

Após uma pequena pesquisa, entendemos que uma data poderia ser identificada como a de sua “certidão de nascimento”, que seria então a de 23 de julho de 1941.

Nessa data, o Corpo de Intendência do Exército dos EUA concedeu a Willys-Overland Motors Inc. o contrato para fabricação do Jeep, com um pedido inicial de 16.000 veículos. A partir daí, os Willys MB começaram a ser produzidos em série, e o resto da história todos nós conhecemos.

Passados 70 anos, amanhã é 23 de julho. Longe de querer criar uma data comemorativa, dia mundial ou coisa do gênero, o Jeep Clube do Brasil convida você para uma reflexão sobre aqueles tempos (o contexto do mundo de então e as necessidades da época), a importância do Jeep no desenvolvimento econômico do pós-guerra, chegando até a atualidade, com todas as preocupações ambientais e os desafios relacionados com a sustentabilidade de nossa atividade – seja ela de preservação das velhas viaturas ou da prática do que hoje conhecemos como off-road.

Obviamente, a melhor forma de fazer essa reflexão é tirar o seu Jeep da garagem, independente do tipo ou modelo. Rode com ele alguns quilômetros, encontre seus amigos, faça novos amigos, conte sua história...

Afinal, Jeep só existe um. 

Fonte: Jeep Clube do Brasil - 30 anos

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O destino de cada um....

Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida. Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente, nos transformam, nos comovem, nos ensinam, mas muitas vezes nos machucam profundamente.

As pessoas que entram em nossas vidas, sempre entram por alguma razão, algum propósito. Elas nos encontram ou nós as encontramos meio que sem querer e não há programação da hora em que encontraremos estas pessoas. Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino e que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo.

Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente não nos ofereça nada, ela não entrou por acaso, não está passando por nossas vidas apenas por passar. O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo com as outras. Discutir o que cada um de nós trará não nos mostrará nada e ainda nos fará perder tempo demais desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas.

Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida.

A amizade é algo muito importante na vida do ser humano, sem esse vínculo, não teríamos harmonia nem paz. Precisamos de amigos para nos ensinar a compartilhar, nos conduzir, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão na terra "Amar ao próximo como a si mesmo". E para que isso aconteça, é preciso que nos aceitemos em primeiro lugar e depois olhemos para o próximo e enxerguemos o nosso reflexo.

Essas pessoas entram na nossa vida às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam... mas cada uma delas é especial e mesmo que o momento seja breve, com certeza sempre deixarão algo em nós. Observe sua vida, comece a recordar de todas as pessoas que já passaram por você e o que cada uma deixou e levou... você estará buscando sua própria identidade, que foi construída aos poucos, a partir dos momentos que aconteceram em sua vida e que até hoje interferem em seu caminho...

Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor e você terá muitas surpresas cedendo a mais uma oportunidade.

E, quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente e seja um momento de felicidade na vida de alguém. Não deixe as coisas para serem feitas amanhã... poderá ser tarde demais! Faça hoje, tudo o que tiver vontade. Dê um sorriso para todos... se estiver amando, ame pra valer, viva cada minuto deste amor, sem medir esforços. Seja alegre todas as manhãs, mesmo que o dia não prometa nada de novo.

E não se esqueça... planeje o seu destino! Sopre aos ventos os seus sonhos e eles irão se espalhar pelos ares e voltar a você!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Duas Vizinhas

Havia duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.

Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria:

— Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.

Dona Clotilde, na hora, estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:

— Essa dona Maria não me engana: está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.

Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca. "Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa". Mandou a empregada levar o presente à casa da rival, com um bilhete: "Aceito sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente".

Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou. “Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.”. Alguns dias depois, dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.

— É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou!

Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, além de um cartão com a seguinte mensagem: "Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim. AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA".

Autor Anônimo

sábado, 2 de julho de 2011

O verdadeiro amor não dói

Quando um relacionamento amoroso acaba e ocorre a separação, somos impelidos a mudar nosso foco de atenção. Retornamos para dentro de nós e passamos a enxergar fatos que antes negávamos. Este processo é na maioria das vezes doloroso, porém nos propicia um imenso crescimento interior que não imaginávamos experimentar.

Tal crescimento se faz necessário para evitar a busca de outro parceiro idêntico ao anterior, pois as pessoas que atraímos apenas no revela aquilo que realmente somos e podemos dizer que são nosso reflexo. Se nossa auto-estima é baixa, buscaremos sempre no outro o nosso contraponto.

Freud afirma que até os sete anos decretamos o papel que vamos viver na vida, e que todo homem que trás uma relação mal resolvida com sua mãe poderá ter um casamento confuso, complicado.

A famosa frase "Todo homem, no fundo, procura uma mãe e por isso não se casa com uma menina de vinte anos" revela que o homem busca a menina para viver alguns momentos. Ele experimenta, vivencia o momento de caçador para suas aventuras, mas busca a mulher "mãezinha" para casar, para ser aquela com quem viverá para o resto da vida, pressupondo que a mesma atenderá às suas necessidades físicas e emocionais.

Ao superar conflitos interiores, reconhecendo quem realmente somos, dispensando disfarces, é possível compreender que o prazer numa relação amorosa implica em ter consciência de nossa verdade interior. A grande sacada para um relacionamento saudável é reconhecer quem sou, onde estou, quais são meus pontos fracos e fortes, quais são as minhas fantasias. Raramente o ser humano está em seu presente, a maior parte do tempo está no seu passado ou no seu futuro, e na verdade é necessário viver o aqui e agora e não ficar amarrado no passado ou projetando sua felicidade no futuro.

Devido a este inadequado padrão de pensamento, a maior parte das pessoas acha que o grande amor é ilusão e que apenas o seu vizinho é merecedor de viver um grande amor. Isto porque, ao desconhecer seu poder interior, não se dão conta que a fonte de amor está dentro de si. Ao contrário, esperam que o outro venha lhe fazer feliz, que o outro venha atender aos seus desejos.

Ao conviver com a solidão, é comum as pessoas atribuírem à pessoa desejada a responsabilidade pelo seu bem estar:

- Preciso de alguém que seja confiável!

- Preciso de alguém que tenha o meu nível cultural e social!

Fica evidente que, na maioria das vezes, não se fala nada sobre o outro, não se pensa nele, apenas o pedido que corresponda às suas expectativas é importante. Assim, não se ama o outro como ele realmente é, mas sim como gostaríamos que fosse.

Uma das formas de ampliar a consciência é mudar algumas atitudes em nós mesmos, buscando um novo padrão de pensamento e entrando em nova sintonia, assim atrairemos o que realmente desejamos, uma vez que a fonte somos nós, destruindo a crença de que a minha felicidade está em poder de outra pessoa.

"Ao descobrir que o outro me faz feliz porque me faz crescer, percebemos o quanto é gostoso brincar de viver" (Guilherme Arantes).

Conscientes de que ninguém tem o poder de nos fazer felizes ou infelizes sem a nossa permissão, podemos iniciar um novo ciclo reconhecendo que nada é mais prazeroso que um amor saudável, descontraído e principalmente sem dores. Afinal, o verdadeiro amor não dói, quando dói não é amor, é apego.

Autor desconhecido

Depende de mim

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.

Minha função é escolher que tipo de dia que vou ter hoje.

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a rua.

Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.

Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto que abrigue minha família e meus pertences.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade fazer novas amizades.

Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser.

E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma ao meu dia e ao mundo.

Tudo depende só de mim.

Autor Anônimo

sábado, 25 de junho de 2011

Aprendendo a conviver com transtorno e frustrações

Naqueles dias que ficamos irritados, frustrados, impacientes, intolerantes, devemos pensar no que é realmente importante na nossa vida.

Observe se realmente se justifica gastar seu tempo e energia com tanto transtorno e frustração.

Muitas vezes reagimos por força do hábito e nos deixamos irritar por coisas que na realidade não têm importância. Quando agimos assim, desperdiçamos uma energia enorme e que poderíamos direcionar para o que realmente importa.

Ao iniciarmos um novo dia e antes de sermos atropelados pela falta de planejamento, de programação, de prazos, de pessoas dizendo "precisamos disso, queremos aquilo", devemos exercitar a nossa mente e pensar no que é realmente importante.

Não podemos e nem devemos nos deixar envolver com os transtornos, a nossa missão é continuar a ir na direção certa.

Itamar Guarim

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Rir e recomeçar

São pequenas as coisas com que aprendemos muito: num dia de verão, eu estava na praia, espiando duas crianças na areia. Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada com torres, passarelas e passagens internas. Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma. 

Achei que as crianças iriam cair no choro, depois de tanto esforço e cuidado. Mas tive uma surpresa: em vez de chorar, elas correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.

Compreendi que havia recebido ali uma importante lição: tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para construir, tudo é passageiro, tudo é feito de areia; o que permanece é só o relacionamento que temos com as outras pessoas. Mais cedo ou mais tarde, uma onda virá e destruirá ou apagará o que levamos tanto tempo para construir. E quando isso acontecer, somente aquele que tiver as mãos de outro alguém para segurar será capaz de rir e recomeçar.

Autor desconhecido

terça-feira, 21 de junho de 2011

O tempo...

O tempo pode destruir muitas coisas, pode corroer, mas o tempo não é capaz de corroer os sentimentos que foram verdadeiros, nem as lembranças de um passado que podem guiar o presente.

O tempo jamais corroi o amor e a amizade, mesmo distante e até mesmo depois da morte, isso não acaba, se for real, não acaba! O vazio pode até ser incontrolável, de uma dor incomparável, mas olhar pra trás e perceber que ao menos uma vez você já foi amada, mesmo que hoje não seja mais, isso conforta e permite concluir que não passamos pela vida em brancas nuvens. Se o êxito da vida é esse sentimento de amor e de amizade: glorifique por ter sido amada um dia!

Apesar do desejo insano de insistir no mesmo amor, é bom observar às voltas, que existe uma pessoa esperando pelo seu amor.

E assim a vida segue seu percurso: amamos e somos amados. Pena é que a frase, EU TE AMO, nos intimida, pois se soubéssemos os efeitos que ela tem e o quanto ela pode mudar nossa vida, teríamos dito mais vezes, enquanto o tempo ainda não tivesse mudado as condições...


Autor: Laiza Gabriella

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Esperar por um novo dia

Geralmente estamos procurando, procurando e procurando explicações para as coisas que acontecem em nossa vida. Ficamos dias, meses, anos e até partimos daqui sem saber o porquê de determinados fatos. Quando não conhecemos as leis que regem as energias deste nosso planeta, preferimos chamar estes fatos de coincidência, de conspiração do universo, e muitos acreditam que o responsável por tudo isto é o destino.

O destino é um processo tão complicado para a mente humana, que o seu produto final é um grande mistério. Talvez seja importante entender a palavra "destino", mas não decifrá-la, pois se Deus chegasse até nós com o resultado final da nossa existência, a vida ficaria um pouco sem graça.

O que nos move é a expectativa por um novo dia. Tenha certeza de uma coisa: Deus é sábio e lhe reserva um grande presente no seu destino final. Basta acreditar!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vencendo desafios

Existe um momento em nossa vida que nós precisamos provar para nós mesmos que somos capazes. É a hora em que trabalhamos para nosso Ego. Fazemos e realizamos sozinhos. O egoísmo prevalece.

Existe um outro momento, mais à frente, em que trabalhamos junto com as pessoas e realizamos coisas em equipe. É a hora em que começamos a evoluir e a entender que não vivemos só. Já somos menos egoístas e mais evoluídos mental e espiritualmente.

Existe uma etapa em que descobrimos um novo desafio que é fazermos as coisas através das pessoas, usando seus cérebros e permitindo a eles a utilização da lei Universal do aprendizado - que errem, mas que façam...

Cuidando apenas para que as pessoas saibam administrar suas vaidades - elas são necessárias, mas na dose certa - e seus desejos. Jamais os limitando e sempre os incentivando. Jamais os policiando, mas sempre "decidindo" junto. Decidindo junto quer dizer: Faça, erre que eu sou seu cúmplice...

Finalmente existe uma fase em nossa vida em que treinamos as pessoas para que elas cheguem na terceira fase. A fase mais gratificante. Fazer através dos outros é infinitamente mais complicado e difícil. Mas, sem dúvida, mais gratificante. As vaidades afloram, os conflitos são mais presentes, e os Egos mais complicados, pois o poder é inebriante. Saber administrá-lo é o grande segredo.

Aqui temos o começo da receita de vencermos um grande desafio. Isso tudo que escrevi até agora é para mostrar uma fase do merecimento de um resultado.

Demorei alguns anos para aprender... Qual o segredo? Fazer com respeito e amor. Nunca se esquecendo de dividir os resultados com quem faz. Os conhecedores, os preparados nem sempre conseguem e muitas vezes são superados pelos intuitivos. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Estaleiro

Fiz uma visita a um estaleiro um tempo atrás. Algumas coisas me impressionaram.

Mas principalmente a necessidade que os barcos têm de limpeza em seu casco. Uma "sujeira" que a gente não vê, mas que faz uma diferença tremenda em seu desempenho e afeta, até, sua vida útil. "Todo barco precisa de um tempo no estaleiro", disse-me o velho marinheiro. Logo veio à mente a minha própria vida.

Quantas coisas vão se acumulando em nosso "casco", coisas que vão nos  impedindo de correr mais rápido, de alcançar objetivos sonhados, coisas que prejudicam nosso desempenho como pessoas no lar, no trabalho, com amigos, etc.

Nossa tendência natural é nos entregarmos às muitas atividades, às rotinas que não nos permitem parar. Não dá mesmo para pensar! Enquanto isso, vão se acumulando em nossos "cascos" uma quantidade enorme de limo emocional e espiritual. Tanto que a pessoa percebe que algo está errado.

Procura tomar remédios, entregando-se a terapias superficiais. Tenta aliviar a carga espiritual entrando em uma igreja, lendo um trecho da Bíblia recomendado por alguém, mas não consegue nada duradouro, porque seu problema está muito mais incrustado do que quer admitir.

Um tratamento rápido e indolor não pode obter êxito. Precisamos parar no estaleiro. Precisamos empregar tempo sério para limparmos o casco e recobrarmos nossa sanidade emocional e espiritual. Como?

"Roube" um tempo de seu tempo para ficar a sós, em um lugar calmo. Pegue uma folha de papel para descrever sua vida nos últimos tempos. Qual sua impressão? Quais são as motivações verdadeiras por detrás de suas rotinas e maneiras de pensar e sentir? Mergulhe sem medo no seu interior e examine cada cantinho escondido.

"Examinar" traz a idéia de "virar a pedra do jardim". O que se vê sob ela? Vermes e fungos que habitam ali e a sujeira que estava oculta. Tudo debaixo da aparência lisa e bem pintada da pedra. Aliste os vermes, fungos e o limo presentes debaixo da pedra e que têm impedido você de navegar mais velozmente e alcançar o mar aberto.

Pense em um projeto prático para cada um dos aspectos interiores não tratados. Projetos práticos são atividades objetivas, com data marcada, com base no desejo sincero de limpeza interior (mesmo que doa) e que entrarão em sua pilha de prioridades máximas. Lembre-se de que sua saúde emocional e espiritual estão em jogo!



Autor desconhecido

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Encontre uma maneira

O que quer que você se comprometa a fazer, faça-o com entusiasmo.

Qualquer pessoa acima dos 30 gostaria, de alguma forma, de ser jovem novamente. E qual é um dos maiores atributos da juventude? O entusiasmo!

Com o passar do tempo, conforme ficamos mais velhos, por alguma razão passamos a acreditar que devemos desistir do nosso entusiasmo.

Isso não faz sentido.

Você quer sentir-se jovem e cheio de energia? Procure algo que o entusiasme. Seu entusiasmo será como uma luz de néon brilhando sobre tudo que você faz.

O entusiasmo o levará adiante em tempos difíceis e deixará seus concorrentes comendo poeira. O entusiasmo é irresistível. É divertido, alegre e efetivo.

Encontre uma maneira de se entusiasmar. Vale a pena!

(autor desconhecido)

Avance

Se você não está nem um pouco apreensivo, é porque não está indo longe o bastante.

Para seguir em frente, você deve se colocar na linha. Isso significa ir além da sua confortável rotina.

Suas habilidades só fazem aumentar quando você se esforça e se supera. Sua eficiência só é maior quando os desafios obrigam você a ultrapassar seus próprios limites.

A insegurança que sentimos ao adentrarmos novos territórios precede o sucesso. Preparação e planejamento são vitais, mas a confiança em si mesmo é essencial.

Ainda assim, esses elementos sozinhos não garantem a conquista. Em algum momento você terá de mergulhar.

Você nunca estará tão preparado quanto gostaria. Nunca será tão confortável quanto você desejaria que fosse.

Mergulhe assim mesmo, assuma o compromisso e empenhe-se ao máximo.

Os desafios, quando aceitos com sinceridade de propósitos, trazem a força necessária para vencer.


terça-feira, 31 de maio de 2011

O amor não acaba, nós é que mudamos

O texto abaixo foi um presente do professor Glauco Tavares, que logo após a pratica de Yoga (Núcleo de Yoga Shivalaya) fez a leitura para todos os presentes. Resolvi publicá-lo em meu blog não por contradizer a minha mensagem "Algum tempo depois", mas sim por dar uma nova abordagem. Leia com atenção, é no mínimo interessante, para não dizer verdadeiro.

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Autor: Martha Medeiros



domingo, 29 de maio de 2011

Algum tempo depois

Algum tempo depois e sem uma razão contundente, a pessoa que amamos agora está na nossa frente, mas já se transformou numa desconhecida. Num piscar de olhos, anos de convivência se apagam completamente, como se tivesse rasgado um livro ou queimado um álbum de fotos criado pela memória de ambos.

O rosto dela ainda lembra alguém que conhecemos há muito tempo, mas ela já não é mais a mesma pessoa.... Como na novela “O CLONE” se eles existissem, essa pessoa certamente seria uma delas. Sabemos também que suas palavras diziam uma coisa...., mas agora soam mais como sons sem sentido, frios como gelo,....

Na relação o sentimento que ficou é de mal-estar e ele é recíproco, mas de natureza diferente. As promessas, os sonhos não mais serão concretizados.

Ao contrário do que pensamos e do quem dizem, o amor acaba, sim. Portanto quando juntos temos que nos saciar, viver intensamente, fazer loucuras e antes de tudo acabar.

Quando o amor acaba não sabemos mais o que fazer, sentimos tristeza, sentimos o coração vazio e tudo porque no lugar daquele amor, agora já não existe nada.

Muitas pessoas confundem paixão com amor. A paixão acende o fogo do desejo e isso leva as pessoas na direção do desentendimento, pois se não se consegue o objeto do desejo, não há satisfação e muito menos paz. Paixão lembra traição, ciúme, loucura e briga. A maioria das pessoas que se dizem apaixonadas, na verdade, pelo ciúme que demonstram são mais detetives do que amantes.

A verdade é que as coisas mudam, mas não as pessoas, elas sempre foram o que são... Não é porque alguém lhe decepcionou que você vai fechar a porta do seu coração.

Não devemos nos apossar da pessoa amada, ela não não nos pertence. Ela foi colocada no contexto de nossa vida para enriquecer nosso sentimento e não para ser aprisionada em nosso desequilíbrio emocional.

E a vida segue assim, imperfeita. Portanto viva e seja feliz realmente.



É difícil, mas é possível..

É difícil lidar com a idéia de que voltei ao ponto de inicio. É difícil aceitar que todas as expectativas, que todas as atitudes foram frustradas... retornando ao ponto de partida e cansado.


Isso estabelece um sentimento de tédio, de desânimo, estabelece as velhas dúvidas novamente... quem errou, o que aconteceu, o que não aconteceu...

Recomeçar é iniciar um novo processo, mesmo não existindo esperanças. É claro que o que aconteceu comigo também acontece com outras pessoas, afinal somos semelhantes em nossas tentativas frustradas.

Ninguém está só no caminho. O ponto positivo disso tudo é simplesmente não desistir. Fracassei algumas vezes, mas não vou abandonar meu sentimento, meu desejo, meu objetivo.

Acredito que a diferença daqueles que conseguem seus objetivos e dos que não conseguem está na perseverança de suas atitudes. Penso assim e quero continuar até alcançar o meu ideal.

Não vou deixar que a triste lembrança da história que não deu certo ocupe meu coração, mas sim a de uma nova possibilidade.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A parte mais importante do corpo

Quando eu era muito jovem, minha mãe me perguntou qual era a parte mais importante do corpo. Eu achava que o som era muito importante para nós seres humanos, então eu disse:

- Minhas orelhas, mãe.
- Não. Muitas pessoas são surdas. Mas continue pensando sobre este assunto. Em outra oportunidade eu volto a lhe perguntar.

Algum tempo se passou até que minha mãe me perguntou outra vez. Desde que fiz minha primeira tentativa, eu imaginava ter encontrado a resposta correta. Assim, desta vez eu lhe disse:

- Mãe, a visão é muito importante para todos, então devem ser nossos olhos.
- Você está aprendendo rápido, mas a resposta ainda não está correta, porque há muitas pessoas que são cegas.

Dei mancada outra vez. Mas continuei minha busca pela resposta ao longo do tempo. Minha mãe me perguntou várias vezes e sempre sua resposta era “Não. Mas você está ficando mais esperto a cada ano, minha criança”.

Então, um dia meu avô morre. Todos ficaram tristes. Todos choraram. Até mesmo meu pai chorou. Eu me recordo bem porque tinha sido apenas a segunda vez que eu o via chorar. Minha mãe olhou para mim quando fui dar o meu adeus final ao vovô. Ela me perguntou:

- Você já sabe qual a parte do corpo mais importante, meu filho?

Fiquei chocado por ela me fazer aquela pergunta naquele momento. Sempre achei que era apenas um jogo entre nós. Observando que eu estava confuso ela me disse:

- Esta pergunta é muito importante. Mostra como você viveu realmente a sua vida. Para cada parte do corpo que você citou no passado, eu lhe disse que estava errado e eu lhe dei um exemplo que justificava. Mas hoje é o dia que você necessita aprender esta importante lição.

Ela me olhou de um jeito que somente uma mãe pode fazer. Eu vi lágrimas em seus olhos. Ela disse:

- Meu querido, a parte do corpo mais importante é seu ombro.
- Porque eles sustentam minha cabeça?
- Não, é porque pode apoiar a cabeça de um amigo ou de alguém amado quando eles choram. Todos precisam de um ombro para chorar em algum momento de sua vida, meu querido.Eu espero que você tenha bastante amor e amigos e que você tenha sempre um ombro para chorarem quando precisarem.

E, para completar, em algum lugar eu li. As pessoas se esquecerão do que você disse... as pessoas se esquecerão do que você fez... mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir.

Autor Anônimo

Eu sei, mas não devia

Eu sei que a gente se acostuma, mas devia.....


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, e esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A comer sanduíche porque não dá tempo para almoçar.

A sair do trabalho porque já é noite. A deitar cedo e dormir sem ter vivido a vida.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E, aceitando os números, não acredita nas negociações de paz.

E, não acreditando as negociações de paz, aceita ter, todo dia, o dia-a-dia da guerra, dos números de longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e o de que se necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com o que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E saber que cada vez pagará mais.

E a procurar mais trabalho para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma à poluição. À sala fechada de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às baterias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios.

A gente se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo na madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor daqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.

Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo, conformado. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no final de semana. E, se no fim da semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e fica satisfeito, porque, afinal, está sempre com o sono atrasado.

A gente se acostuma a não ter que se ralar na aspereza, para preservar a pele. A gente se acostuma a evitar feridas, sangramentos, para se esquivar da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde em si mesma.


O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", de Marina Colasanti, Editora Rocco - 1996, página 09.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A vida me ensinou....

A vida me ensinou a ser forte, me ensinou amar em silêncio... me ensinou a fingir alegria mesmo quando estou triste, a sorrir mesmo querendo chorar... calar quando na verdade gostaria de gritar.


A vida me ensinou a esperar mesmo não acreditando no retorno, a fazer alguém feliz  mesmo tendo meu coração em pedaços. Me ensinou a manter a fé mesmo que outros não acreditem, a perdoar alguém que não merece perdão.

E agora está me ensinando a centrar nos meus objetivos, a manter meus pensamentos positivos e alimentar minha luz interior mesmo tendo ao meu redor pessoas ressentidas, desmotivadas, falsas, dissimuladas. 

Esta me ensinando a reagir com positivismo mesmo diante de pessoas agindo com negativismo.  

Acredite! mesmo diante de tantas adversidades  ainda tenho esperança, determinação e o principal, FORÇA.

"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável."
Mahatma Gandhi 

sábado, 14 de maio de 2011

Sonata de Luar


Quem de nós não teve um momento de extrema dor?
Quem nunca sentiu, em algum momento da vida, vontade de desistir?

Quem ainda não se sentiu só, extremamente só, e teve a sensação de ter perdido o endereço da esperança?

Nem mesmo as pessoas famosas, ricas, importantes, estão isentas de terem seus momentos de solidão e de profunda amargura...

Foi o que ocorreu com um dos mais reconhecidos compositores de todos os tempos, chamado Ludwig Van Beethoven, que nasceu no ano de 1770, em Bonn, na Alemanha, e faleceu em 1827, em Viena, na Áustria...

Beethoven vivia um desses dias tristes, sem brilho e sem luz. Estava muito abatido pelo falecimento de um príncipe da Alemanha, que era como um pai para ele...

O jovem compositor sofria de grande carência afetiva. O pai era um alcoólatra contumaz e o agredia fisicamente. Faleceu na rua, por causa do alcoolismo...

Sua mãe morreu muito jovem. Seu irmão biológico nunca o ajudou em nada, e, some-se a tudo isto, o fato de sua doença agravar-se. Sintomas de surdez, começavam a perturbá-lo, ao ponto de deixá-lo nervoso e irritado...

Beethoven somente podia escutar usando uma espécie de trombone acústico no ouvido. Ele carregava sempre consigo uma tábua ou um caderno, para que as pessoas escrevessem suas idéias e pudessem se comunicar, mas elas não tinham paciência para isto, nem para ler seus lábios...

Notando que ninguém o entendia, nem o queriam ajudar, Bethoven se retraiu e se isolou. Por isso conquistou a fama de misantropo. Foi por todas essas razões, que o compositor caiu em profunda depressão. Chegou a redigir um testamento, dizendo que iria se suicidar..
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Mas como nenhum filho de Deus está esquecido, vem a ajuda espiritual, através de uma moça cega, que morava na mesma pensão pobre, para onde Beethoven havia se mudado e lhe fala quase gritando: “Eu daria tudo para enxergar uma Noite de Luar”

No seu tema, a melodia imita os passos vagarosos de algumas pessoas, possivelmente, os dele e os dos outros, que levavam o caixão mortuário do príncipe, seu protetor...

Olhando para o céu prateado de luar, e lembrando da moça cega, como a perguntar o porquê da morte daquele mecenas tão querido, ele se deixa mergulhar num momento de profunda meditação transcendental...

Alguns estudiosos de música dizem que as três notas que se repetem, insistentemente, no tema principal do 1º movimento da Sonata, são as três sílabas da palavra “why”? ou outra palavra sinônima, em alemão...

Anos depois de ter superado o sofrimento, viria o incomparável Hino à Alegria, da 9ª sinfonia, que coroa a missão desse notável compositor, já totalmente surdo.

Hino à Alegria expressa a sua gratidão à vida e a Deus, por não haver se suicidado...

Tudo graças àquela moça cega, que lhe inspirou o desejo de traduzir, em notas musicais, uma noite de luar...

Usando sua sensibilidade, Beethoven retratou, através da melodia, a beleza de uma noite banhada pelas claridades da lua, para alguém que não podia ver com os olhos físicos.