sexta-feira, 15 de junho de 2012

Pare de explicar sua vida


Se você observar com atenção, notará um detalhe acerca dos indivíduos confiantes e determinados: eles não passam a vida se explicando. Apenas fazem o que precisam fazer e pronto. Quando somos crianças, não há como escapar disso. Estamos sempre tendo de nos explicar para nossos pais e professores, geralmente tentando nos manter longe de problemas ou de algumas palmadas no traseiro. Mas se quisermos ser adultos felizes, precisamos pensar e nos comportar mais independentemente. Precisamos nos sentir mais à vontade quanto ao fato de não termos de explicar todas as decisões à família, aos amigos e aos vizinhos. 

E videntemente que às vezes é apropriado nos explicarmos para nosso chefe ou justificar nossas ações para nossos parceiros. Se uma pessoa está pagando seu salário, ela tem o direito de saber o que você está fazendo e por que está fazendo determinada coisa. Ao estabelecer um relacionamento próximo com a pessoa que você escolheu como companheira, é comum querer compartilhar suas decisões e suas idéias a respeito das coisas. Mas, apesar de tudo isso, não precisamos passar a vida como se estivéssemos sentados no banco dos réus! Estou me referindo à convicção pessoal - sobre você decidir o que é da sua conta e de mais ninguém. Algumas pessoas têm o hábito de fazer perguntas sobre assuntos que não lhe dizem respeito... Quando isso acontecer, você não precisa ser misterioso; mas só porque uma pessoa lhe faz uma pergunta não significa que o assunto seja da conta dela, ou que você tenha de responder só para satisfazê-la... Analise se você tem o hábito de justificar suas ações e de expl icar assuntos seus que só dizem respeito a você e a mais ninguém. As pessoas não estão erradas em perguntar. Mas é você quem decide controlar a situação e responder apenas às perguntas que quiser responder... Sinta-se livre para viver como quiser, usando seu tempo como bem entender. Você não tem de viver descrevendo toda sua vida e sua agenda social para satisfazer os outros. Não precisa ser indelicado, mas mantenha-se no controle de sua vida. Não seja uma vítima...

Em poucas palavras: tome suas próprias decisões. Não precisa ofender as pessoas, mas seja verdadeiro consigo mesmo. Se você optar por se explicar, faça por querer compartilhar seus pensamentos com outra pessoa, e não por precisar da aprovação dela. Sua própria permissão já é suficiente. Você não precisa da aprovação das outras pessoas.

Autor: Andrew Matthews

Fixação


Quando a gente persegue as coisas, elas fogem. Vale para os animais, para os amantes, até para o dinheiro. Quem nunca conheceu uma pessoa adorável numa festa, que lhe disse: "eu telefono na semana que vem"? Então, a gente passa uma semana sem sair! Fica junto do telefone... esperando. Quem telefona? Todo mundo, menos aquela pessoa!

Você nunca precisou desesperadamente vender uma coisa? Um carro, uma casa. Quem queria comprar? Ninguém. Então você baixou o preço. Quem se interessou? Ninguém! O princípio é: quando a pessoa está desesperada, nada!

Fale com qualquer vendedor - seja de avião a jato, seja de sabão em pó: ele lhe contará a mesma história. O desespero atrai uma espiral descendente: quanto mais a gente se preocupa, menos as pessoas compram! O que acontece quando você está em um restaurante, com pressa para comer? Acabam perdendo a sua comanda...

Toda vez que estamos desesperadamente envolvidos, emocionalmente fixados numa transação ou num acontecimento, nós o obstruímos. O lado oposto do princípio? Relaxe um pouco e... bingo!

Você passa um ano e meio sem namorada e começa a ficar desesperado. Ninguém se candidata! Por fim acaba desistindo. Diz a si mesmo: "eu não sou obrigado a ter uma parceira, posso ser feliz sozinho". E, de repente, é oito ou oitenta: elas começam a entrar pela janela e sair pelo ladrão!

Um argumento é o exemplo clássico. O que acontece quando a gente quer que uma pessoa mude de idéia? Ela muda? Nem pensar! Mas, com muita freqüência, basta parar de insistir para que essa pessoa acabe adotando as opiniões da gente.

Enfim, sempre que uma pessoa está desesperada por alguma coisa - um telefonema, uma promoção, um reconhecimento - ela cria uma energia ao seu redor que afasta essa possibilidade. Portanto, relaxe!

Autor: Andrews Mattheus

domingo, 10 de junho de 2012

Faça os outros felizes...

Você sabe o que significa a palavra "acordar"? Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas da palavra acordar: a-cor-dar. Ouviu? Desse jeito, parece significar "dar a cor", "colocar o coração em tudo que faz". 

Existem pessoas que levantam às 6 da manhã e só acordam às 6 da tarde. É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo. 

E existem alguns, acredite que passam a vida toda e não conseguem acordar. 

Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse: "Descobri que estou na profissão errada"! E ele já estava se aposentando... Imagine o trauma que e esse amigo criou para si, para os amigos, para a sua família. Foi infeliz durante toda sua vida profissional porque simplesmente não "acordou". 

Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento. Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dá a ele. Sabe por quê? Porque a vida tem a cor que "a gente pinta". 

Os dias são exclusivos. Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu antes de ninguém. Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida. 

Acredite em você! O universo é o limite! 

Dê a você a oportunidade de "a-cor-dar" todos os dias e compartilhar com os outros o que temos de melhor: o privilégio de ser e fazer os outros felizes.

Itamar Guarim